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Imagine que você seja o responsável pelo setor de treinamento em uma grande empresa e, numa bela e ensolarada tarde de sexta-feira, o seu chefe lhe apareça a porta, com um singelo pedido: Estamos lançando um novo produto no mercado e temos que treinar todos os nossos vendedores sobre as características, performance, atributos e utilização desse novo produto no prazo de dez dias. Para tornar a coisa mais divertida, sua empresa tem alguns milhares de vendedores dispersos por todo o território nacional, desde Manaus até Porto Alegre, sendo que a sede da empresa é logo ali na Praia do Botafogo, no Rio de Janeiro; o seu orçamento para viagens e despesas com instrutores está no osso e, além disso; o pessoal de Finanças acha um absurdo interromper o fluxo de receita proveniente das vendas só para os vendedores assistirem cursos no Rio.
Guardadas as proporções, este é um desafio relativamente comum para as empresas em um mercado globalizado, competitivo e em constante mutação: agregar conhecimento aos funcionários de forma extremamente rápida, eficiente e de baixo custo. É ai que entra o e-learning, o uso da Internet na propagação de conhecimento.
O que é e-learning?
Tecnicamente, o e-learning é o ensino realizado através de meios eletrônicos. É basicamente um sistema hospedado no servidor da empresa que vai transmitir, através da Internet ou Intranet, informações e instruções aos alunos visando agregar conhecimento especifico. O sistema pode substituir total ou parcialmente, o que é mais comum, o instrutor, na condução do processo de ensino. No e-learning, as etapas de ensino são pré-programadas, divididas em módulos e são utilizados diversos recursos como o e-mail, textos e imagens digitalizadas, sala de bate-papo, links para fontes externas de informações, vídeos e teleconferências, entre outras. O treinamento com o e-learning pode ser montado pela própria empresa ou por qualquer dos fornecedores desse tipo de solução já existentes no mercado.
Vantagens do e-learning.
Quais as vantagens! A primeira vantagem do e-learning, e que serviu como exemplo no inicio desse artigo, é o rompimento de barreiras geográficas e temporais. Com o e-learning, um curso sobre um novo produto, por exemplo, pode ser feito de qualquer local do planeta a qualquer momento, bastando para isso o acesso a Internet e uma senha. Enquanto, espera ser atendido pelo comprador, o seu vendedor pode puxar o lap-top e ler o texto sugerido no curso; em casa, enquanto seu companheiro(a) perde tempo assistindo Big Brother, o vendedor pode fazer os exercícios propostos pelo instrutor. Em síntese, o e-learning possibilita ao aluno gerenciar o seu próprio tempo disponível, dentro dos parâmetros estabelecidos pelo curso, e sem perder tempo com deslocamentos.
Outra vantagem do e-learning está relacionada a reprodução do conteúdo. Uma vez montado o curso para um aluno, a sua reprodução para dois, centenas, ou milhares de alunos pode ser feita a um custo marginal insignificante. Com um curso tradicional, o máximo que se consegue é montar turmas de alunos, até se completar todo o universo que se pretenda atingir numa escala crescente de custos, energia e tempo dispendido. Evidentemente, isso sugere que, para poucos alunos, talvez um treinamento convencional seja a solução mais adequada que o e-learning. Por outro lado, pensando em termos de políticas públicas de ensino, onde o universo se mede não em milhares, mas em milhões de candidatos à instrução, é possível que o e-learning, venha a representar uma verdadeira revolução na geração de conhecimento.
É importante ressaltar, que o e-learning não veio para substituir o ensino tradicional, da mesma forma que a Internet, não substitui a TV que, por sua vez, não fez desaparecer o rádio. O e-learning é uma nova ferramenta potencializada pela Internet e perfeitamente ajustada às características de nosso tempo, marcado pela agilidade, velocidade e gigantescos volumes de informação a serem digeridos. No que se refere às empresas, o objetivo não deve ser simplesmente substituir a forma de ensino tradicional pelo e-learning, mas sim, utilizar essa ferramenta na medida adequada às suas necessidades. De tal forma que os objetivos da organização sejam plenamente atingidos.
Cresce a oferta de cursos superiores a distância, mas... será que isso
funciona mesmo? por Clarissa Castro
Porto Velho (RO) e Porto Alegre (RS) estão distantes 4.020 quilômetros. O que essas duas
capitais têm em comum além do primeiro nome? A resposta, improvável até pouco tempo,
pode ser uma sala de aula, com um aluno em um ponto e o professor no extremo oposto. Pelo
computador e um conjunto de outras ferramentas de comunicação, o ensino ultrapassou as
fronteiras materiais. A educação a distância (EAD) já é uma realidade para João
Batista Lago, 53 anos, consultor de Porto Velho, que acabou de concluir um curso de
marketing político ministrado pela PUC-RS Virtual, da Pontifícia UniversidadeCatólica
do Rio Grande do Sul, uma das muitas instituições que oferecem ensino a distância nas
mais variadas áreas, da graduação a cursos tecnológicos, de licenciatura a programas
de formação específica. Quem mora afastado dos grandes centros agora pode ficar
antenado com o que ocorre no resto do Brasil e do mundo, com programas de primeiríssima
qualidade, diz Lago.
Até o fim do ano passado, mais de 84 mil alunos de 60 cursos superiores a distância
estavam registrados perante os órgãos oficiais, segundo pesquisa realizada pelo
professor João Vianney, coordenador de EAD da Universidadedo Sul de Santa Catarina
(Unisul) e consultor brasileiro do Instituto Internacional da Unesco para a Educação
Superior na América Latina (Iesalc). O Brasil já é vice-líder em educação a
distância na América Latina, perdendo por pouco para o México, diz Vianney. Essa
nova classe de estudantes inclui casos como o da professora Teresa Kátia de Albuquerque,
38 anos, de Boa Vista (RR), ao contrário de Lago, uma veterana no ambiente virtual.
Depois de obter um diploma de Uso Educacional da Internet, concedido pela Unisul Virtual,
ela agora está participando de um programa de Tecnologia em EAD, promovido pela UniRede,
consórcio de 70 instituições públicas de ensino superior. Minha experiência tem
sido altamente positiva: fiquei apaixonada por cursos a distância, afirma.
Pelos planos do governo, o número de brasileiros, como Lago e Teresa, em busca de
alternativas para vencer a distância ou economizar tempo para dar continuidade a seus
estudos com cursos de educação a distância não vai parar de crescer. Educação
a distância é política prioritária do MEC, não mais uma modalidade acessória,
afirma o secretário João Teatini, da Secretaria de Educação a Distância (Seed). Nos
próximos quatro anos, deverão ser investidos em torno de R$ 600 milhões em programas
deeducação a distância. A ênfase continuará sendo o ensino superior, ajudando a
combater sua elitização apenas 1% da população brasileira é universitária.
Se, por um lado, o ambiente de ensino virtual é entusiasmante e traz novas possibilidades
à luz, algumas zonas ainda sombrias merecem atenção na hora da escolha de um curso.
Para Nélson Pretto, diretor da Faculdade deEducação da Universidade Federal da Bahia
(UFBA), é preciso, primeiro, verificar os aspectos legais, confirmando se o programa é
autorizado pelo MEC. Os interessados devem analisar os programas de educação a
distância com cuidado ainda maior que na educação presencial, afirma Pretto.
Afinal, nesse caso, não se está olho a olho com a instituição de ensino.
Da mesma forma, a metodologia empregada precisa ser adaptada ao cenário
desterritorializado do ciberespaço para melhor atender ao perfil do aluno. Um elemento
importantíssimo para o sucesso de todo curso a distância é a proximidade. René
Birochi, diretor executivo do IUVB, outro consórcio de universidades, destaca que o aluno
não deve se sentir sozinho em casa, mas saber que faz parte de um grande grupo. Foi o que
ocorreu com Teresa, a estudante de Roraima: Num determinado ponto do curso, a
interação é tão intensa que o virtual até parece real, um adquire confiança no
outro, afirma Teresa.
Nem sempre, porém, tem sido assim. Muitas vezes, as pessoas acabam sentindo falta de
estar frente a frente com seus colegas e mestres, afirma o mineiro Erik Fleischer, 30
anos, com a experiência de quem já foi aluno de vários cursos e, também, professor.
Para que se tenha uma educação a distância de qualidade são necessários elevados
investimentos, tanto emtecnologia como na relação professor-aluno.
Na educação a distância, o papel do professor é tão fundamental quanto na presencial,
exigindo preparo adequado. Um exemplo é o Centro Universitário Newton Paiva, em Belo
Horizonte (MG), que contabiliza, hoje, mais de 900 alunos de graduação matriculados em
disciplinas a distância: professores, autores e tutores passam antes por um rigoroso
processo de capacitação metodológica e pedagógica, ajustando suas práticas ao novo
modelo educacional. A contribuição do professor é muito mais como moderador e líder do
grupo do que como transmissor de conhecimentos, já que o fundamental numa aula on-line é
a troca de experiências e a construção conjunta do conhecimento.
Mas os alunos nem sempre estão preparados para a aprendizagem fora dos limites físicos,
como revela uma pesquisa conduzida pelo professor João Dornelles Júnior, da PUC-RS.
Segundo o estudo, eles ainda não estão acostumados com a autonomia em ambientes virtuais
de ensino, continuando a pensar e proceder como numa sala de aula convencional. Eu
me vi numa sala de aula diferente; alunos de frente para o computador e eu de frente para
o caótico, diz Marina Arruda, 47 anos, doutoranda em Serviço Social, que fez um
curso de pedagogia a distância.
Como reverter esse quadro? Para educadores, como Léa Fagundes, daUniversidade Federal do
Rio Grande do Sul (UFRGS), o problema não está no aluno, mas no professor, nos
administradores e nas instituições, que muitas vezes acabam reproduzindo a escola
tradicional nos ambientes virtuais, provocando frustrações que repercutem de modo mais
amplo e mais intenso. O objetivo da educação a distância, afirma Léa, é ajudar cada
aprendiz a confiar em si mesmo, e a confiar no outro, interagindo de modo cooperativo,
desenvolvendo seus talentos, sua inteligência e sua criatividade. É dar ao aluno a
liberdade de tomar decisões sobre o que quer aprender.
Um dos aspectos mais controversos em relação à educação digital diz respeito ao
sistema de avaliação. De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases, os cursos de
graduação e pós-graduação a distância, sejam lato sensu (especialização e
extensão) ou stricto sensu (mestrado e doutorado), devem incluir, necessariamente, provas
e defesas presenciais. É essa exigência que vem abrindo espaço para consórcios, como a
UniRede, o IUVB e o Projeto Veredas, de Minas Gerais. Congregando instituições de todo o
país, eles facilitam o deslocamento dos alunos para as provas, sem que seja preciso
vencer grandes distâncias.
A exigência tem encontrado críticos, como Francisco José da Silveira Lobo Neto,
professor de história da educação da Universidade Federal Fluminense (UFF). Sair
ao arrepio da lei em busca do presencial como garantia de verificação e
avaliação eficaz e séria é um expediente preguiçoso e falacioso para isentar-se da
busca de meios capazes de superar a distância, afirma. Mas o que mede mesmo o
desempenho é a auto-avaliação: mais que na sala de aula tradicional, o aluno de
educação a distância está permanentemente pronto à prova os conhecimentos adquiridos
em relatórios de atividades, participação em fóruns, encontros em chats e trabalhos
práticos.
Apesar dessas discussões, as universidades vêm ampliando cada vez mais os programas de
cursos a distância. A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) diplomou este ano 300
alunos da primeira turma de graduação a distância em Pedagogia das Séries Iniciais. E
a oferta continua crescendo: pelos cálculos de Rubens de Oliveira Martins, da Secretaria
de EducaçãoSuperior (Sesu), há atualmente mais de 120 processos tramitando para
credenciamento de cursos, a maioria de graduação. Por determinação do MEC, 20% de suas
atividades devem ser presenciais. A maioria dos cursos de pós-graduação oferecidos a
distância também conta com atividades presenciais obrigatórias ou não.
Não se pode abrir mão do campus, pois é nele que o aluno busca a biblioteca, as
atividades culturais e esportivas. Enfim, a vida acadêmica, diz Birochi, do IUVB.
Nem o tempo todo na sala de aula nem horas e horas na frente do micro o futuro, na
opinião dos educadores, aponta para os cursos híbridos, nos quais a teoria é virtual e
a prática, presencial. Num ambiente exclusivamente virtual, eu ficaria
perdido, assegura o médico José Carlos Mori, que fez um curso a distância na
Escola de Administração de Empresas da Fundação Getulio Vargas. Aulas
presenciais deram mais segurança para lidar com assuntos novos para mim, como marketing e
contabilidade.
A educação a distância também está chegando com tudo a um mundo bem familiar a Mori:
ela já faz parte da rotina de instituições como a Escola Paulista de Medicina. Com
material didático on-line, os alunos de medicina podem, por exemplo, consultar lâminas
de histologia e fazer simulações de procedimentos cirúrgicos, além de ter acesso a
conteúdos teóricos. Nenhum médico entra numa sala de cirurgia sem ter feito antes
uma simulação. Então, por que não fazer isso por meio da realidade virtual?, diz
Mônica Parente Ramos, do departamento de Informática e coordenadora do Laboratório de
Ensino a Distância.
Em educação, o futuro já virou o presente. O avanço da tecnologia trouxe recursos nem
sonhados. Mas a educação a distância também impõe a necessidade de novas
aprendizagens tanto por parte de quem a recebe quanto de quem a planeja, desenvolve e
avalia. Quase doutora em Serviço Social pelo ensino convencional, com um curso de
pedagogia a distância, Marina Arruda, de Porto Alegre, identifica bem esse momento:
Estamos todos aprendendo a aprender a distância. Inaugura-se uma época de
aprendizes. Se ainda não chegamos ao mundo das tecnologias da inteligência, que
marcam o início de uma nova civilização, antecipada pelo filósofo Pierre Lévy, o
pensador do ciberespaço, com certeza já estamos muito perto dele.
Saiba mais
Associação Brasileira de Ensino a Distância: www.abed.org.brBiblioteca de Educação a
Distância: www.prossiga.br/edistanciaCidade do Conhecimento USP:
www.cidade.usp.brConsórcio Cederj: www.cederj.rj.gov.brGVnet Fundação Getulio
Vargas: www.fgvsp.br/gvnetInstituto Universidade Virtual Brasileira:
www.iuvb.edu.brProjeto Virtus UFPE: www.virtus.ufpe.brProjeto TelEduc
Unicamp: wwwteleduc.nied.unicamp.brProjeto Veredas: www.veredas.mg.gov.brSecretaria de
Educação a Distância: www.mec.gov.br/seedUniversidade Virtual Pública do Brasil:
www.unirede.br
Uma rede de conhecimento
Depois de conquistar espaço em universidades, a educação a distancia começa a ganhar
adeptos em outros níveis de ensino e entre outras faixas da população. Cerca de 27 mil
professores sem ensino médio completo já foram beneficiados pelo Programa de Formação
de Professores em Exercício (Proformação), da Secretaria de Educação a Distância
(Seed), órgão do MEC, e mais 8 mil se inscreveram este ano. A novidade também está
chegando às escolas privadas. A rede Pitágoras, terceira maior do país, com 360
unidades, é uma das que vêm empregando a educação a distância para capacitação de
professores no total, mais de 10 mil já participaram da iniciativa.
O mesmo caminho também começa a ser trilhado pelas organizações não-governamentais.
Uma das iniciativas mais recentes é o Aulas Unidas, parceria entre o portal EducaRede e a
Fundação Telefônica, para criar uma comunidade virtual para o intercâmbio de
experiências pedagógicas entre 102 escolas públicas de seis países (Brasil, Argentina,
Chile, Espanha, Marrocos e Peru) e incorporar novas tecnologias ao trabalho em sala de
aula.
Mesmo longe dos bancos escolares, qualquer interessado já pode fazer parte do processo de
virtualização do ensino. Desde 2001, a Universidade de São Paulo (USP) mantém no ar a
Cidade do Conhecimento, cujos programas investem na formação de redes de colaboração e
aprendizagem que reúnam pessoas de diferentes grupos sociais. Um deles, o Educar na
Sociedade da Informação, voltado inicialmente para professores do ensino médio, é
aberto a docentes do ensino superior, membros de ONGs, universitários e funcionários do
setor privado em áreas de interesse específico. O programa oferece 1.200 vagas, criando
uma rede na qual, por meio de listas de discussão, blogs, chats, murais e encontros
presenciais, cada um tem espaço para articular projetos e também para desenvolver novas
práticas pedagógicas.
O que funciona e o que não funciona na educação on-line
Pontos positivos
Amplia e diversifica a oferta de cursos
A ausência de rigidez em relação aos requisitos de espaço (onde estudar), tempo
(quando estudar) e ritmo (em que velocidade aprender)
O aluno vê respeitado seu ritmo de aprender, há comunicação bidirecional
freqüente, aprendizagem dinâmica, conteúdos elaborados por especialistas e utilização
de recursos multimídia
Formação permanente e pessoal: o professor sabe o que o aluno precisa desenvolver
e dá acompanhamento sistemático individualizado
Evita gastos de locomoção de alunos
Pontos negativos
A socialização (aluno-professor e aluno-aluno) é limitada
Não há troca direta de experiências proporcionada pela relação pessoal entre
professor e aluno
O feedback e a retificação de possíveis erros podem ser mais lentos
O perigo de homogeneidade dos materiais didáticos
Em determinados cursos, o aluno precisa possuir elevado nível de compreensão de
textos e saber utilizar os recursos multimídia
Os resultados da avaliação são menos confiáveis do que no presencial
A alta de um bom acompanhamento do processo provoca numerosos abandonos
Custos iniciais muito altos para a implantação dos cursos
Fonte: Um Estudo sobre o Nível de Satisfação dos Alunos de Educação a Distância da
PUC-RS 2002, de Alam de Oliveira Casartelli
Implantação AVA - Modelo de
Projeto
Autor: Imagenharia
Implantação AVA na Educação a Distância em Instituição Educacional ou Empresas
Projeto para um curso com 1.000 à 3.000 alunos ou Funcionários
1- Introdução
O AVA é uma ferramenta de gestão de cursos a distância ou treinamento.
Utiliza a linguagem PHP e Banco de Dados MySql, mas é possível também utilizar outros
bancos de dados que existem no mercado.
A AVA possui algumas peculiaridades: já possui um excelente grau de amadurecimento e já
está traduzido para o português. É usada em cerca de 2.900 projetos educacionais em 112
países, e quase 80 projetos educacionais no Brasil (universidades e cursos), incluindo
grandes universidades públicas e particulares, além de projetos corporativos.
Além do atendimento a estes requisitos, a AVA é uma das ferramentas que mais humaniza o
ambiente de aprendizagem, por sua linha sócio-construtivista, que potencializa a
aprendizagem colaborativa, altamente recomendável e pelos recursos de interação
existentes - chat, fórum, mensagens, workshops, wiki, etc.
Permite a disponibilização de materiais específicos em formato word, excel, ppt, flash,
pdf e uma variedade de tipos de arquivos.
Além disso, a AVA possui uma ferramenta de autoria própria já embutida, ou seja, você
pode montar seus próprios conteúdos educacionais, suas avaliações, tarefas e outros
materiais por meio de uma interface.
A AVA é, ainda, compatível com o padrão SCORM - (Shareable Content Object Reference
Model)- Modelo padrão que define como fazer e como executar cursos baseados na web. O
SCORM é um conjunto de especificações que, quando aplicadas a um conteúdo de um curso,
produz objetos de aprendizagem (LOs) pequenos e reutilizáveis. - adotado para
educação a distância.
2- Vantagens da utilização da AVA
- Já possui uma grande comunidade de desenvolvedores em todo mundo;
- Por se criar novos módulos para adaptar a necessidade de cada instituição;
- Recursos de interação - chat, fórum, mensagens, workshops, wiki, etc.
- Gestão total do ambiente virtual de aprendizagem.
- Suporte tecnológico para a disponibilização de conteúdos de acordo com um modelo
pedagógico e design instrucional.
- Realização de avaliações de alunos.
- Controle de acessos.
- Atribuição de notas.
- Ferramenta de autoria própria já embutida
- Permite a disponibilização de materiais específicos em formato word, excel, ppt,
flash, pdf e uma variedade de tipos de arquivos.
- Outras funcionalidades comuns às plataformas de cursos on-line.
3- Na utilização
A ferramenta vem atender a todos os aspectos e necessidades de todas as instituições que
o utilizam, sendo necessário o desenvolvimento de módulos específicos, contratação de
programadores, webdesigners, etc.
4- Infra-estrutura necessária para sua implantação
Hardware
02 Servidores capazes de atender mais de 50.000 alunos e acesso de 1.000 a 3.000 alunos
simultaneamente. Sendo 01 servidor principal e 01 reserva.
Estações de trabalho
- 01 computador para conteúdo;
- 01 computador para aprendizagem a distância;
- 01 computador para especialista em informática para EAD; IMAGENHARIA
- 02 computadores para webdesigners;
- 01 computador para secretaria de cursos;
- 01 computador para auxiliar de secretaria;
- 15 computadores para tutoria, sendo que cada tutor atenderá a 100 alunos em turno
matutino e vespertino.
Nobreak de no mínimo 2Kva ligados em baterias auxiliares.
Contratar alternativas de serviços que garantam o funcionamento ininterrupto do sistema
de energia, oferecendo suporte ágil e eficiente nos momentos críticos.
Conexão do servidor à internet
Características:
Performance com altas taxas de transmissão;
Alta disponibilidade no acesso físico e na conexão à internet;
Fornecimento de endereços IP mais adequados às aplicações da empresa;
Possibilidade de conexão direta à rede local da empresa;
Garantia de 100% de banda;
Software
Sistema Operacional - Servidor
Estações de trabalho
Gerenciamento de cursos a distância
AVA - Software específico para gerenciamento de cursos a distância customizável para a
empresa ou instituição.
Secretária online.
Software para gerenciamento dos processos administrativos dos alunos.
Dreamweaver, Flash, Fireworks
Desenvolvimento de páginas para internet.
Equipe para educação a distância
Em geral, a preparação de um curso EAD exige o trabalho de uma equipe multidisciplinar,
composta por:
Especialistas de conteúdo, responsáveis pela exatidão do conteúdo, pelos problemas e
exemplos mais adequados ao ensino, pelas verificações de aprendizagem, material de
referência, etc.
Especialistas em aprendizagem a distância, que asseguram a utilização das melhores
estratégias de ensino, meios ou tecnologias, comunicação, etc.
Especialistas em tecnologias para EAD, que asseguram o bom funcionamento das tecnologias
utilizadas no curso: recursos de informática, televisão, materiais impressos, etc.
Webdesigner, para desenvolvimento e manutenção de conteúdo online.
Secretaria de cursos, responsável pelo controle acadêmico de alunos, solicitações
administrativas, etc.
Tutoria, que manterá o contato direto com o aluno no dia a dia.
Estagiários - secretaria de cursos e informática.
Investimentos necessários
Treinamento necessário para a equipe no primeiro ano de implantação
Somente do software de gerenciamento de cursos.
Apoio presencial
Espaço físico para a execução de algumas das funções didático-administrativas de
cursos a distância.
Isso significa, fundamentalmente, um local estruturado de modo a atender adequadamente
estudantes de cursos a distância. Será o local onde o estudante terá acesso local a
biblioteca, laboratório de informática (por exemplo, para acessar os módulos de curso
disponíveis na Internet), ter atendimento de tutores, assistir aulas, realizar práticas
de laboratórios, dentre outros. Em síntese, é o braço operacional da EAD
na empresa.
Considerações Gerais
Após a compra ou utilização do hardware e software existente, é necessária a
realização dos seguintes serviços:
- Configuração do servidor;
- Instalação, configuração e ambientalização da AVA para o modelo da empresa;
- Desenvolvimento de um curso modelo que atenda às necessidades da empresa;
- Treinamento de especialistas e tutores nesse curso;
- Implantação do curso piloto.
Buscamos na forma de parceiro(a) professores(as) , profissionais técnicos profissionalizantes para implantar qualquer tipo de curso em nosso ambiente escola AVA, EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA.
Consultoria AVA - Ambiente Virtual de
Aprendizagem - Sistema de Ensino a Distância.
Criação, implantação e gestão de cursos e treinamentos procedural e ou formativo em
Plataformas Informática com utilização dos módulos AVA - Universidade Aberta.
Educação/treinamento a distância (EaD) é a modalidade de ensino que permite
professores (tutores), alunos não estejam fisicamente presentes em um ambiente formal de
ensino-aprendizagem.
Criamos
Ambiente E-learning em Sua Escola,
Faculdade ou Empresa. Conheça-nos!
Utilizamos como suporte Skpe, MSN, sala virtual de treinamento e outros modernos meios de
comunicação.
Estamos fazendo parcerias, profissionais interessados em dar aula a distância, qualquer tipo de curso via Internet, usando nosso ambiente escola AVA (http://vendasmais.com/moodle) entre em contato com Edison, Sandra (vendamais@gmail.com).
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3 % (por cota de R$ 5.000,00) sócio/parceiro = R$ 2.160,00
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Nosso objetivo nesta fase é buscar investimento na forma de parceria para a área de publicidade externa e na formação de equipe(relações pública), contratação e treinamento de 10 (dez) profissionais.
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+55(12)
3021.6683 / (12) 9184.0266 / (12) 8818.3656
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